Cirurgia Oncológica

 

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» Câncer do Esôfago

» Câncer do Estômago

» Câncer do Intestino e Cólon

» Câncer do Fígado

» Câncer do Pâncreas

 

 
   

» Câncer do Esôfago

O esôfago é um órgão que se inicia na boca, percorre o tórax e termina no abdômen onde começa o estomago. É dividido em terço superior, terço médio e terço inferior e por ter este trajeto longo as doenças relacionadas a ele podem necessitar de tratamento cirúrgico no pescoço, no tórax e no abdome. Em alguns casos a abordagem pode necessitar de intervenção nos três campos cirúrgicos.

A abordagem torácica que ocorre na cirurgia em três campos foi a que teve maior beneficio com o desenvolvimento das técnicas minimamente invasivas, destacando aqui o uso da cirurgia minimamente invasive e da cirurgia robótica.

A região do tórax pode ser acessada por pequenos orifícios de poucos centímetros ao invés de uma incisão de 20 a 30 centímetros. A implicação não é apenas estética; a recuperação pós-operatória do paciente é melhor em relação à dor e a recuperação pulmonar é melhor devido aos índices significativamente menores de complicações. A redução das taxas de complicações pulmonares que eram limitantes neste tipo de cirurgia trouxe grande beneficio aos pacientes.

Outra vantagem da cirurgia minimamente invasiva para a abordagem torácica do esôfago relaciona-se com o fato deste órgão ter íntimo contato com outros órgãos nobres como coração, aorta e traquéia. A dissecção cirúrgica precisa e detalhada destes órgãos através da cirurgia robótica proporciona um maior refinamento técnico e diminui as complicações comparadas à técnica convencional por via aberta.

» Câncer do Estômago

Até 65% dos pacientes diagnosticados com câncer de estômago têm mais de 50 anos. O pico de incidência se dá em sua maioria em homens, por volta dos 70 anos de idade.

Não há sintomas específicos do câncer de estômago. Porém, algumas características como perda de peso, anorexia, fadiga, sensação de plenitude gástrica, vômitos, náuseas e desconforto abdominal persistente podem indicar uma doença benigna ou mesmo o câncer de estômago.

O tratamento cirúrgico é a principal alternativa terapêutica para o câncer de estômago. A cirurgia de ressecção (gastrectomias) de parte ou de todo o estômago associada à retirada de linfonodos, além de permitir ao paciente um alívio dos sintomas, é a única chance de cura. Para determinar a melhor abordagem cirúrgica, deve-se considerar a localização, tamanho, padrão e extensão da disseminação e tipo histológico do tumor. São também esses fatores que determinam o prognóstico do paciente. A radioterapia e a quimioterapia são considerados tratamentos secundários que associados à cirurgia podem determinar melhor resposta ao tratamento.

» Câncer do Intestino e Cólon

O câncer colorretal é uma neoplasia maligna que afeta o intestino grosso e/ou o reto, acometendo a parede intestinal, e que dependendo do grau de invasão desta, pode comprometer outros órgãos, quer diretamente, quer através de metástases.

» Câncer do Fígado


Tomografia com neoplasia de fígado


» Câncer do Pâncreas

As lesões neoplásicas do pâncreas podem ser classificadas em benignas e malignas. Podem tambem ser císticas, sólidas ou sólido-císticas. Quanto à função, dividem-se em neoplasias endócrinas e exócrinas.

Diagnóstico

As lesões pancreáticas podem muitas vezes apresentar sintomas associados como:
• Ictericia, dor, perda ponderal – adenocarcinoma ductal
• Dor e insuficiëncia exocrina – neoplasia mucinosa papilar intra-ductal
• Necrose gordurosa, poliartralgia (hipersecrecao de lipase) – carcinoma de celula acinar
• Sindrome endocrina paraneoplasica (hiperinsulinemia, zollinger-ellison, verner-morrison
• Sintomas gastrointestinais inespecificos, desconforto abdominal, massa palpavel – cistadenoma seroso e mucinoso, pancreatoblastoma e neoplasia solido pseudo-papilar

No entanto, em muitos casos, sao achados de exames de rotina, assintomáticos.

No arsenal diagnostico de diferenciacao das lesoes neoplasicas pancreaticas, temos os seguintes exames:
• Exames sericos
• Marcadores tumorais - o ca19.9 tem sido utilizado como auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de tumores pancreaticos
• Analise do fluido mediante punção
• Ultrasonografia do abdomen
• Tomografia computadorizada (possivel punção)
• Ressonancia magnetica nuclear
• Ultra-som endoscopico com biopsia
• Rnm com tecnica de difusao
• Colangiografia trans-hepatica percutanea
• Pancreato-colangiografia retrograda endoscopica (pcre)
• Angiografia celiaca e mesenterica pode ser empregada para avaliacao da anatomia vascular para estadiamento em termos de ressecabilidade
• Laparoscopia
• Estudo histologico


Neoplasia de cabeça de pâncreas


 

 

 

 

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